Por Ronaldo Alves Mousinho
Nos livros Tempo superficial, poesia, chancela da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, 1998, 112pp, Goiânia-GO, prêmio Bolsa de Publicações Cora Coralina e Sobre o movimento das pedras, poesia, editora Kelpes, 66pp, Goiânia-GO, prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos.
A poesia de Elias Antunes obedece fielmente ao princípio basilar da Arte poética: linguagem depurada iem texto-sintético, criteriosa seleção léxica, e fidelidade aos recursos imagéticos, com maior ocorrência para a metáfora e à prosopopeia.
O elemento pedra é grande metáfora-tema, de acepção polisêmica, tais como a eternidade, o primordial antropogênico, o caos, a memória, o tempo, conflito pessoal, desolação, solidão, condenação, salvação, que a aventura humana dilemática o acossa. Revela ainda um ser em suas entrelinhas e em sua plenitude, seja no embate entre o óbvio e nas reflexões metafísicas que lhe inspiram o infinito mistério da espiritualidade versus matéria, do humano/divino, e de onde flui uma poesia profunda e bela, com forte presença de um eu-lírico.
O estilo é leve e fluido, acessível ao leitor mediano. mesmo mais apropriada ao leitor erudito.
Nos livros Tempo superficial, poesia, chancela da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, 1998, 112pp, Goiânia-GO, prêmio Bolsa de Publicações Cora Coralina e Sobre o movimento das pedras, poesia, editora Kelpes, 66pp, Goiânia-GO, prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos.
A poesia de Elias Antunes obedece fielmente ao princípio basilar da Arte poética: linguagem depurada iem texto-sintético, criteriosa seleção léxica, e fidelidade aos recursos imagéticos, com maior ocorrência para a metáfora e à prosopopeia.
O elemento pedra é grande metáfora-tema, de acepção polisêmica, tais como a eternidade, o primordial antropogênico, o caos, a memória, o tempo, conflito pessoal, desolação, solidão, condenação, salvação, que a aventura humana dilemática o acossa. Revela ainda um ser em suas entrelinhas e em sua plenitude, seja no embate entre o óbvio e nas reflexões metafísicas que lhe inspiram o infinito mistério da espiritualidade versus matéria, do humano/divino, e de onde flui uma poesia profunda e bela, com forte presença de um eu-lírico.
O estilo é leve e fluido, acessível ao leitor mediano. mesmo mais apropriada ao leitor erudito.
Natural
de Goiânia, habilitado em Direito, professor; história, filosofia, direito e
estético literária.

Esse grande poeta dá vida a objetos e elementos da natureza.
ResponderExcluirMeus caros, este texto contém alguns erros de revisão, também está sem autoria. Já solicitamos ao Assisleno para revermos.
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