quinta-feira, 28 de julho de 2016

PRORROGADA ADESÃO À COLHEITA 1

Colegas Poetas/Poetisas,

Tendo em vista que a 32a Feira do Livro de Brasília exigiu-nos dedicação exclusiva, por todo este mês de julho, estamos prorrogando inscrição dos colegas interessados em prestigiar o Celeiro nesta empreitada poética, conforme termos do edital. Tentaremos agendar o lançamento na Bienal do Livro, prevista para acontecer em outubro próximo.

EDITAL nº 1
Fiel aos objetivos de prestigiar os escritores e promover sua criação artística, dando-lhes a merecida notoriedade no cenário cultural de Brasília, o Celeiro Literário Brasiliense, Leia-me abre inscrições à edição de sua primeira coletânea poética, comemorativa do seu primeiro anuênio de fundação, denominada Colheita nº 01, faixa etária adulta, pelo sistema de adesão, dirigida aos poetas do Distrito Federal e Entorno, e aos de outros Estados, neste caso, a convite.
Art 1º- Ficam abertas as inscrições, no período de 15 de maio a 14 de agosto do ano em curso, para textos éditos e inéditos, versando sobre qualquer tema.
Art.2º Os textos deverão ser enviados aos organizadores, Ronaldo Alves Mousinho e Hézio Teixeira, assessorados pelos escritores Ismar Lemes e Siddha Abraxas, pelo e-mail: celeirobsb@gmail.com, ou romousinho@gmail.com, na versão Word, corpo 12, espaço 1,5 entre linhas, com no máximo 90 toques (caracteres) por linha e 21 linhas por página, medindo 15x22cm.
§ 1º Os organizadores detêm poder pleno para decidir sobre qualquer conflito que por ventura sobrevenha ao presente certame.
§ 2º - Os organizadores, após receberem os textos para inscrição, online, expedirão o respectivo recibo, também online.
Art. 3º- A presente coletânea terá os registros de direito autoral, código de barras e ficha catalográfica, bem como, apresentação institucional do projeto Celeiro e uma breve incursão em torno da Arte Poética, objetivando imprimir-lhe maior utilidade e potencializando-a mais comercialmente. 
Art. 4º -Cada coletaneado participará com no mínimo 02 (duas) e no máximo 8 (oito) páginas, ao custo de R$ 90,00 (noventa reais) a página, girando em torno de 120 (cento e vinte ) páginas o livro, cujos valores serão depositados na conta poupança da CEF, Ag. 3494, variação 013, CP nº 00053297-2, ou diretamente com os organizadores , aos domingos, no Celeiro.
§ Primeiro- A primeira página de cada participante será destinada a uma foto 5x7, estilizada com o efeito gimp, como se fosse pintura, e biografia. 
§ Segundo- O valor total das páginas adquiridas pelo participante poderá ser dividido em duas parcelas, metade no ato da inscrição, e a outra, trinta dias após, sendo o dia 15 de agosto de 2016 o prazo limite para quitação da segunda cota, sob pena de cancelamento do participante e devolução do valor pago.
§ Terceiro- O valor total arrecadado das cotas cobrirá despesas de revisão, diagramação, edição, impressão, taxas de registros editorias/catalográficos, arte de capa, divulgação e do primeiro lançamento da presente coletânea.
Art. 5º- Aqueles textos que não se enquadrarem como arte poética, ou seja, que não tenham pertinência com os recursos poéticos, assim definidos pela teoria literária, bem como os que se valem de linguagem chula, baixo calão, ou mau gosto estilístico, serão recusados pelos organizadores.
§ Único- Mesmo com alguns dos vícios acima, se o texto for passível de conserto, os organizadores orientarão o respectivo autor para que o façam.
Art. 6º - Os textos serão revisados por profissionais com formação específica e segundo as novas normas do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, vigente desde janeiro do ano em curso, abrangendo aspectos estilísticos ( equilíbrio e harmonia de linguagem), fonéticos (palavras de maior carga melódica e rítmica), lexical (palavras que melhor traduzam o sentido e economia), sintático, gramatical e de pontuação.
§ Único- Após revisão final, cada participante é convocado a autorizar por escritor a impressão da coletânea, na sede do Celeiro, em dia e horário previamente agendados.
Art. 7º- A cada coletaneado serão destinados exemplares da coletânea na proporção da cota paga, ou seja, 5, para 2 páginas; 7, para 3; 9, para 4; 11, para 6, e 15, para 7 e 8 páginas adquiridas, entregues na noite de lançamento, sob a organização da equipe gestora do Celeiro, início de outubro/2016, em dia, local e hora a serem definidos, cujas despesas de organização e divulgação já estarão inclusas na taxa de participação.
§ 1º- Caso os coletaneados queiram promover outros lançamentos, as despesas daí decorrentes serão rateadas entre eles, podendo contar com a organização pela equipe do Celeiro.
§ 2º - Necessitando de mais exemplares, serão repassados ao coletaneado a preço de custo.
Art. 8º- Os textos concorrentes à presente coletânea terão o direito autoral cedido pelos respectivos autores ao Celeiro Literário Brasiliense, exclusivamente para a edição desta coletiva, e cuja adesão já implica tal cessão de direito autoral.
Art. 9º- O saldo da coletânea, após entrega das respectivas cotas aos participantes, será doado à livraria do Celeiro, para venda. 
Brasília, julho de 2016.
Organizadores.
Contato celular – 99218-7694. www.facebook/ronaldomousinhoescritor
e-Mail: setimo.prod@gmail.com

segunda-feira, 25 de julho de 2016

LITERATURA SOB A PROTEÇÃO DO PEQUIZEIRO

Aproveito e vou escrevendo sobre um lugar maravilhoso,
Inspiração para falar de um símbolo do cerrado brasileiro.
No lugar que até lembra o prato de pequi, de tão gostoso.
Nós vamos reunindo nobres pessoas ao projeto do Celeiro.

Eu tenho uma boa vontade que me segue em toda parte,
Mas para megaestrutura posso dizer: não tenho dinheiro!
Eu tenho comigo amigos que comungam da mesma arte.
Tornando o melhor da Literatura, algo assim tão corriqueiro.

A nossa árvore do cerrado tem sua época certa para produzir,
Mas o poeta com sua inspiração pode produzir o ano inteiro.
Poetas quando querem podem, em qualquer lugar se reunir,
Mas nada neste mundo se igualará à sombra do pequizeiro.

André Rocha
30/04/2016

Fotos dos dias 22, 23 e 24 de julho, na 32ª Feira do Livro de Brasília.









































UMA ESTREIA SATISFATÓRIA NA 32a FEIRA DO LIVRO.

O Celeiro Literário Brasiliense, Leia-me, e as Academia Cruzeirense de Letras, presidida por Mauro Rocha e Academia Aguaslindense de Letras, presidida por Rômulo Vítor, participaram, em parceria, da tradicional Feira do Livro de Brasília.

Realizada com toda precariedade quanto à patrocínio do GDF e do BRB, e, por outro lado, com o excesso de burocracia peculiar ao serviço público, mesmo assim aconteceu, no período de 16 a 24 de julho em curso, no Centro de Convenções, graças ao empenho de Ivan, presidente da Câmara do Livro do DF e dos coordenadores Marcos Linhares, poeta e jornalista, presidente do Sindicato dos Escritores no DF, de Cleide Cristina e Diogo.
A crônica indecisão de realizar a Feira causou prejuízo à Câmara do Livro na venda de estandes, muitos dos quais tendo que ser cedido, ora graciosamente, ora a troco de serviços prestados, como foi o caso das três entidades estreantes, que recebemos três estandes e ficamos muito bem acomodados, graças à compreensão de Marcos Linhares de que o escritor é a prioridade numa feira de livro, pois é o criador do objeto essencial às feiras de livros.
O objetivo imediato de uma feira de livros é vender livros, mas, particularmente, nomeio como maiores o contato com dezenas de autores, a descoberta de centenas de novos livros, a amizade que firmamos com tantos outros companheiros de ofício e o congraçamento entre todos que circulamos naquela amplo e intenso ambiente festivo/cultural.
Foram realizados dois saraus agendados na programação geral do evento, o que projetou o nome das parceiras ao grande público circulante à Feira e o de vários prestigiadores que tiveram participação democrática assegurada para dar o seu recado poético e musical.
Os agendamentos de lançamento de livros, com Mousinho, Noélia Ribeiro, Nei Valença, Pedro Gomes e Ribamar, Sabrina Almeida, e outros que me escapam à memória; palestras e oficinas com o Prof. Filemon Félix, Hézio Teixeira, André Rocha e Sandra Fayad; bate-papos no estade, com Carminha Manfredini, Rafael Fernandes e com o coordenador da Feira,Marcos Linhares, foram outros momentos que projetaram o nome e a obra dos escritores agendados e o colhimento de interessantes informações.
Os lançamentos de livros são momentos especiais para o escritor que investe energia pessoal, criatividade, inspiração e recursos financeiros, e espera ser prestigiado, ao menos, pelos que lhes estão próximos. 
Foram nove dias de convivência, em que estreitamos amizades, manifestamos senso cooperativo, porém revelamos alguns vícios plenamente previsíveis à nossa tão diversa natureza. Alguns poucos, felizmente, voltaram-se mais para o próprio umbigo, entregaram-se exclusivamente a desatinada campanha pessoal de auferir lucro com livro, o que é uma utopia, um equívoco, ignoraram a grande virtude de um escritor numa Feira de livro: prestigiar o companheiro que lança o livro e com o qual deve está ombreado. Alguns, também, no quesito finanças das despesas financeira comuns e solidárias deixaram estas em segundo plano, num gesto usurário e equivocado. 
Esses senões são bem compreensíveis. Estamos numa caminhada evolutiva, e transpor cada degrau exige vontade pessoal e tempo.
Valeu, valeu e valeu! Os estreantes aprenderam muito e, a partir de agora, têm outra visão para participaram com mais competência no maior evento livresco de Brasília. E próximo deverá acontecer em abril próximo, durante o aniversário de Brasília, novamente no Centro de Convenções.
Brasília, julho de 2016.
Ronaldo Alves Mousinho, Professor, Escritor, coord. do Celeiro Lit. Brasiliense, Leia-me.